Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo: de 21 a 28 de setembro

Cerca de 100 filmes produzidos na Bahia neste século XXI estarão em cartaz na “Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo”, de 21 a 28 de setembro, em cinco salas de cinema de Salvador. São 35 filmes longas-metragens e 70 curtas. Em paralelo, produtores culturais, cineastas, técnicos, atores, estudantes e aficionados por cinema vão também ter a oportunidade de discutir sobre a produção audiovisual na Bahia. Esta é uma realização das Secretarias Estaduais de Cultura – através da Diretoria de Audiovisual (Dimas) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) e de Comunicação – através do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB) – e do Ministério da Cultura – Regional Bahia e Sergipe, com apoio de várias instituições parceiras.

fgfg

-Publicidade-
-Publicidade-

“A Secretaria de Cultura do Estado busca dar visibilidade à ampla e rica produção audiovisual baiana contemporânea, em especial àquela realizada no século XXI. Este período é um dos mais produtivos do audiovisual na Bahia, reunindo o maior número de longas já produzidos, além de muitos curtas premiados”, afirma o secretário estadual de Cultura, Albino Rubim, ressaltando que “apesar disto, esta produção ainda não tem a visibilidade que merece e o conhecimento e reconhecimento que necessita ter. A Semana não apenas quer tornar mais visível esta produção, como pretende também reunir a comunidade de audiovisual em debates vitais para o presente e o futuro do audiovisual baiano. Ou seja, a Semana pretende ser um grande mobilizador do audiovisual da Bahia”.

Para o cineasta Lula Oliveira, representante do Ministério da Cultura na Bahia e Sergipe, “a Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo é uma ação pública do Estado que dá visibilidade à nossa cinematografia contemporânea, mostrando a sua importância para o desenvolvimento e a expansão do cinema na Bahia”. Segundo ele, “o momento é de valorização do audiovisual com o Programa Brasil de Todas as Telas”, informando que foram lançados editais da Agência Nacional do Cinema (Ancine), em parceria com o Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – Irdeb/Secretaria de Comunicação da Bahia e com a Fundação Gregório de Mattos/Prefeitura de Salvador, para fomento da produção audiovisual baiana na televisão. No total, são investimentos de R$ 7,5 milhões para o Estado e município”.

Durante a Semana, “vamos ter a possibilidade de reunir toda a produção de longas, um extrato da produção de curtas, além dos próprios realizadores e produtores a fim de discutirmos os gargalos dessa produção e a criação de estratégias para a construção de políticas de médio e longo prazo para o desenvolvimento do mercado do audiovisual baiano”, destaca o cineasta Marcondes Dourado, diretor da Diretoria do Audiovisual da Fundação Cultural e um dos curadores da mostra.

A abertura oficial da Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo, no dia 21 (domingo), a partir das 15h, será em grande estilo no Complexo Cultural dos Barris, com a exibição de uma retrospectiva de filmes do diretor Guido Araújo, idealizador e coordenador da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, cujos cartazes de todas as edições estarão em exposição na sala Pierre Verger. Na oportunidade, também será exibido o Cinema Expandido – vídeo mapping com o filme “O bandido da luz vermelha” de Rogério Sganzerla, com música em homenagem ao crítico de cinema João Carlos Sampaio. Também será homenageado o professor e crítico André Setaro, com o lançamento da nova edição do seu livro “Panorama do Cinema Baiano”.

Os debates estão programados para o período de 21 a 25 (segunda a quinta), com mesas às 17h e às 19h, na Sala Walter da Silveira (Barris). A mostra de filmes “Encontro com o Cinema Baiano” acontecerá de 26 a 28 (sexta a domingo), em diversos horários, nas salas Walter da Silveira e Alexandre Robatto (Barris), além das salas do Circuito de Arte: Cinema do Museu (Vitória), Cineama da UFBA (Canela) e Cine Vivo-Paseo (Itaigara). Todos os filmes estarão em cartaz também no mês de outubro nas salas Walter da Silveira e Alexandre Robatto e ainda nos 17 Centros Culturais do Estado (capital e interior).

 

Fonte: Funceb