Petroquímicos de Camaçari podem entrar em greve por tempo indeterminado

A interrupção das negociações da campanha salarial, ocorridas em outubro, pode levar os funcionários das empresas do Polo Petroquímico de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a deflagrarem uma greve por tempo indeterminado caso o Sinpeq (sindicato patronal) não retome as discussões.

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Para pressionar as empresas a darem prosseguimento às negociações, o Sindiquímica realizou greve de um dia em dez empresas do setor, entre 24 de novembro e 04 de dezembro.

Segundo o Sindquímica, a paralisação atingiu as unidades da Acrinor, Estireno, PVC, PE2 (Braskem), Oxiteno, Elekeiroz, Deten, Monsanto, Basf e Cristal e contou com a adesão total da categoria. Mesmo assim, o Sinpeq manteve sua posição de não abrir as negociações. Diante disso, os petroquímicos ameaçam deflagrar greve.

Fonte: Bahia Econômica