Centro de Convenções será demolido após desabamento

O Centro de Convenções será demolido após parte de sua estrutura desabar na última sexta, 23. A informação foi dada pelo chefe da Casa Civil do Estado da Bahia, Bruno Dauster, que esteve nesta terça-feira, 27, no equipamento no Jardim Armação.

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De acordo com Dauster, ainda não há prazo para demolição do prédio, já que antes será realizado um plano de emergência para retirar parte da estrutura que sustenta o equipamento e corre risco de desabar.
Também não há prazo para construção de um novo Centro de Convenções.

Vistoria
O chefe da Casa Civil participou nesta manhã de uma visita para analisar a estrutura do Centro de Convenções. Ela explicou que ainda não foi realizada perícia no espaço, o que só será possível após a remoção do material que corre risco de desabar.

Além dele, bombeiros, técnicos da Delegacia de Polícia Técnica (DPT) e o engenheiro Carlos Emílio Meneses Strauch, autor do projeto de estruturação do Centro de Convenções em 1978, também estiveram presentes.

O DPT vai realizar uma perícia no espaço para tentar identificar o que motivou o desabamento da última sexta. O Centro de Convenções passava por reforma desde setembro do ano passado e deveria ser reinaugurado em novembro.

Nesta segunda, o governador Rui Costa afirmou que estava prevista para o dia seguinte ao acidente a substituição de parte da estrutura que desabou. Costa também destacou o fato do Centro de Convenções está fechado para obras, impedindo um acidente de maior proporção.

No momento do desabamento, os soldados da Polícia Militar Patrícia dos Santos Góes, 41 anos, Fábio Miranda Santos, 32 anos, e Arivalter Fernandes dos Santos, 49 anos, estavam em serviço no local e sofreram escoriações leves.

Reforma
A reforma no equipamento teve investimento de cerca de R$ 15 milhões para recuperação de estruturas de concretos que apresentavam problemas, além de revisão hidráulica e elétrica, pintura, revisão de forro e substituição de carpete.

Também foram recuperadas as torres das saídas de emergência e portas corta-fogo, além de intervenções no Teatro Iemanjá.

Fonte: A Tarde