Após incêndio, maternidade do Hospital Português suspende novos atendimentos

A maternidade Santamaria, do Hospital Português, não tem previsão de voltar a receber novos pacientes após um incêndio na central de ar-condicionado, no último sábado (8). Em nota, a instituição afirmou que o incêndio aconteceu na área externa da unidade e que a brigada de incêndio do próprio hospital controlou as chamas.

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Ainda de acordo com o hospital, por causa do incêndio, dois equipamentos foram perdidos. “Diante da perda de dois equipamentos da Central de Ar-condicionados e visando assegurar o padrão de qualidade e segurança assistencial, bem como, o conforto dos clientes, o HP vem realizando o remanejamento progressivo dos pacientes para outras Alas da instituição”, diz a nota.

O atendimento de novos pacientes só deve ser retomado até a normalização da central de ar-condicionado, mas ainda não há uma data para que isso ocorra.

Incêndio
O fogo ocorreu na central de ar-condicionado do prédio, onde funcionam, além da maternidade Santamaria, a UTI Neonatal e o Hospital Dia. Não houve vítimas.

De acordo com a Central de Polícia, agentes da Polícia Militar, do Grupamento Salvar, além de duas equipes do Corpo de Bombeiros, foram ao local do incêndio prestar assistência. As chamas foram debeladas pela brigada de incêndio da própria unidade de saúde, com ajuda dos bombeiros, que também fizeram o trabalho de resfriamento. Até o momento, não há informações a respeito do que provocou o incêndio, bem como dos prejuízos causados.

A principal preocupação no local era em relação à Neonatal, que fica no quinto andar do edifício. Uma mãe que não quis se identificar disse que os presentes foram informados de que o fogo estava sendo contido e não houve pânico. “Foi tudo muito tranquilo, apesar da informação ter demorado um pouco a circular. Os funcionários tinham planos em relação ao transporte dos bebês, se fosse necessário. A fumaça pode ser sentida em todos os andares”, disse a mulher, que estava amamentando seu filho na UTI na hora do ocorrido.

Fonte: Correio