Alta da expectativa de vida exige cuidados importantes

A busca por melhoria da qualidade de vida pela saúde é um dos principais fatores para o aumento da expectativa de vida dos indivíduos. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que, em 2016, a população ganhou três meses e 14 dias de vida, em relação a 2015.

O brasileiro vive em média 75 anos. Chegar à terceira idade de maneira saudável e com bem-estar é o sonho de muitos, mas o que é preciso fazer para alcançar longevidade?

A lista de compromissos e cobranças virou rotina na vida das pessoas e, na maioria das vezes, cuidados básicos de saúde não são prioridade. Fazer atividade física, checape regular e cuidar da saúde bucal são fundamentais.

Mas poucos sabem que até a mastigação pode influenciar na qualidade de vida. Quando jovens, as pessoas comem muito depressa. A jornalista Giovanna Catarin costuma até passar mal: “Sento e, quando vi, já comi. Não largo os talheres e não mastigo totalmente a comida. Só coloco para dentro”.

O diretor de arte William Messias tem os mesmos hábitos e desabafa: “Geralmente, levo 10 minutos para fazer a minha refeição, preciso melhorar isso”.

Ele tem razão. Quando se é idoso, a mastigação rápida já não consegue promover a absorção e o estômago fica sobrecarregado.

‘Slow food’

Fala-se, então, no movimento slow food (“comida lenta”), criado para fazer oposição ao fast food. É uma organização global, fundada em 1989, para evitar o desaparecimento de culturas e tradições alimentares locais, se opor à ascensão da vida rápida e combater o declínio do interesse das pessoas pelo alimento. Buscar saber de onde vem, alertando que as escolhas alimentares afetam o cotidiano.

A filosofia slow food defende que o alimento está ligado a vários aspectos da vida, incluindo a cultura, a política, a agricultura e o meio ambiente. Pelas escolhas do que comer, é possível influenciar coletivamente como os alimentos são cultivados, produzidos e distribuídos, e, como resultado, trazer grande mudança na sociedade.

Odontogeriatria

Já a odontogeriatria auxilia pessoas acima dos 60 a ter qualidade de vida no quesito saúde bucal. Atua com a terceira dentição, as raízes artificiais – próteses, dentaduras, implantes, recursos que melhoram a mastigação e, consequentemente, a digestão.

Cresce também a procura por procedimentos estéticos para idosos, como clareamentos e lentes de contato para dentes. Se vivemos mais, é natural buscar uma aparência melhor, elevar a autoestima, facilitando lidar com o envelhecimento.

Para Paulo Zahr, sócio-fundador da rede OdontoCompany, um sorriso saudável e bonito está ao alcance de todos. Ele diz que a empresa “tem tratamentos para cada fase da vida, devolvendo às pessoas confiança para se expressar, falar, rir, comer e aproveitar a vida”.