“O amor vence” . Reportagem da Nossa Metrópole conta história de dona Lourdes

Há muitos anos, o mês de outubro passou a ser considerado como símbolo de luta contra o câncer de mama, em várias partes do mundo. O movimento
popular, internacionalmente conhecido como;Outubro Rosa; começou nos Estados Unidos, na última década do século 20 e chegou ao Brasil em 02 de outubro de 2002, dia em que o monumento, Obelisco do Ibirapuera, situado em São Paulo, ganhou uma iluminação cor de rosa.

De lá pra cá, esse movimento só cresce e tem revelado os altos índices da doença no país. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), até o final de 2020, a doença pode atingir cerca de 625 mil pessoas, somente no Brasil. O INCA ainda informa que é na região Sudeste que se concentra o maior número de casos de câncer de mama, com 81,06 a cada 100 mil habitantes.

E diante de um número expressivamente alto, o Instituto ressalta que a prevenção continua sendo a melhor forma de evitar a doença, já que, aproximadamente, um terço dos casos novos poderiam ser evitados pela redução ou mesmo a eliminação de fatores de risco ambientais e os relacionados a hábitos de vida.

A pesquisa realizada pelo INCA aponta que para prevenir o câncer, a população deve ser informada sobre os comportamentos de risco, os sinais de alerta e a frequência da prevenção. Além disso, a principal forma de driblar esse agravante é perdendo o medo de investigar a doença. Inúmeros são os casos de mulheres que descobrem o câncer de mama tardiamente e o principal motivo é o medo de "procurar, e achar", indícios de que esteja com algum tipo de nódulo nos seios.

Por se tratar de uma doença silenciosa, se não houver um acompanhamento constante, o câncer pode se desenvolver e só ser descoberto em estágio
avançado. No entanto, quanto mais cedo for detectado, maiores são as chances de cura, e vale ressaltar que essa doença não escolhe raça ou idade.
Por isso, é importante que a mulher esteja atenta às mudanças de seu corpo, que faça o autoexame e não deixe de fazer visitas periódicas ao médico para
acompanhamento preventivo.

E foi exatamente isso que aconteceu com a aposentada Maria Silva Coelho, 83 anos. Já em idade avançada, ela nunca descuidou da saúde, porém, sempre achou que após os 75 anos, não existiria mais a possibilidade de desenvolver qualquer tipo de câncer. No entanto, há dois anos atrás, em meio à campanha do Outubro Rosa, ela percebeu uma pequena alteração na mama esquerda e deu início à luta contra essa temida doença. Em entrevista, dona Lourdes, como é mais conhecida, relata os desdobramentos dessa história.

Confira na edição impressa da Revista Nossa Metrópole.

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