Núcleo de Atendimento à Mulher é inaugurado em Vila de Abrantes

Comprometida em ampliar o atendimento ofertado pelo Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) Yolanda Pires, destinado às mulheres em situação de violência, o prefeito Elinaldo Araújo, acompanhado da gestora da Secretaria do Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedes), Reni Oliveira, inaugurou na manhã desta segunda-feira (25/10), em Vila de Abrantes, o Núcleo de Atendimento à Mulher (NAM).

A unidade foi implantada na Prefeitura Avançada da Costa de Camaçari e oferecerá atendimento psicossocial e jurídico para mulheres que residem de Vila de Abrantes até Barra do Pojuca. O atendimento será de segunda a sexta, das 8h às 16h.

-Publicidade-
-Publicidade-

O prefeito Elinaldo ressaltou a importância do núcleo como instrumento de apoio e acolhimento para as vítimas de violência. “Infelizmente o número de mulheres que sofrem com a violência é muito grande e também temos consciência da extensão territorial do nosso município. Nossa gestão teve essa sensibilidade e por conta disso, inauguramos o núcleo aqui na costa”, disse.

A titular da Sedes, Reni Oliveira, destacou que o objetivo do NAM é promover o amparo social, jurídico e psicológico, oferecendo uma rede de apoio para as vítimas. “É importante que as mulheres que residem aqui na costa saibam que elas contam com um espaço de referência, onde elas procurem e encontrem a ajuda necessária”, esclareceu.

A coordenadora do Cram Yolanda Pires, Bela Batista, pontuou que o número de atendimentos para moradoras da costa é considerável, sendo assim, foi observada a necessidade de levar o equipamento para a região. “Nós estamos aqui para oferecer o atendimento psicossocial, jurídico, dá os encaminhamentos necessários e o apoio de toda a rede; delegacias, Polícia Militar, juizados, Ronda Maria da Penha, enfim todos que fazem parte”, explicou.

Titular da 26ª Delegacia Territorial (DT/Vila de Abrantes), Danielle Monteiro parabenizou a implantação do núcleo e destacou a importância do acolhimento para as vítimas de violência. “Nós trabalhamos com a forma fria da lei. A mulher chega na delegacia, ela vai saber que ela tem direito a medida protetiva, ela vai ser ouvida, o agressor vai ser chamado, mas o acolhimento quem vai oferecer é o NAM. Ela vai ter assistência e vai sair fortalecida, para refazer a vida”, finalizou.