terça-feira, 28 abr 2026

Índice de infestação do Aedes Aegypti aumenta em 3% em Salvador

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O índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti aumentou em 3,1% em Salvador, desde janeiro de 2017. A informação foi divulgada pela prefeitura da capital baiana nesta sexta-feira (12). De acordo com a gestão municipal, um levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre os dias 4 e 7 de abril, apontou que o Índice de Infestação Predial (IIP) em Salvador passou de 1,5% (janeiro/2017) para 3,1%.

 


Segundo a prefeitura, o levantamento mostra que a cada 100 imóveis visitados no período, três apresentaram focos do mosquito. O estudo revelou ainda que os principais focos do mosquito da dengue na capital estão dentro das casa, como baldes, tonéis e outros recipientes utilizados para armazenamento de água.

 

Em nota, a coordenadora de Vigilância à Saúde, Isabel Guimarães, diz que a intermitência no abastecimento de água que acomete a capital nos últimos meses pode ter contribuído para o aumento do indicador. Ela lista outros fatores que podem colaborar para o aumento da infestação da dengue.

 

“Vários fatores contribuem para o aumento do indicador nesta época do ano. As condições climáticas com chuvas e forte calor facilita a reprodução dos mosquitos. Outro fator a ser considerado é o armazenamento de água em depósitos a nível de solo, local onde as equipes de campo mais encontram focos do Aedes aegypti, sendo que esta situação está ligada a intermitência no fornecimento de água. Naturalmente, quando não há um fornecimento regular de água nas residências as pessoas buscam se organizar através do armazenamento em recipientes, que são prato cheio para proliferação do vetor se não estiverem devidamente tampados ou cobertos”, explicou Isabel Guimarães.

 

Segundo a Prefeitura de Salvador, apesar do aumento da infestação, a capital tem apresentado queda acentuada no número de casos confirmados de dengue, zika vírus e chikungunya. Entre janeiro e abril deste ano, 116 casos de dengue foram confirmados na cidade.

De acordo com a gestão municipal, o número é cinco vezes menor que o do primeiro quadrimestre de 2016, quando 626 pessoas tiveram diagnóstico positivo para a doença. Em relação à chikungunya, o registro foi sete vezes menor, com 11 infectados até abril contra 79 no ano anterior. Já o número de pacientes com zika vírus chegou a 15 – menos da metade do que foi computado em 2016, quando 32 pessoas apresentaram sintomas da doença nos meses de janeiro a abril.

Fonte: G1

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