Foi realizado nesta sexta-feira (29), a 2ª Edição do Sarau da Diversidade: vozes da Inclusão, promovido pelo Senac Camaçari. O evento teve como objetivo valorizar e dar voz à diversidade cultural do município, reunindo a comunidade para prestigiar apresentações de poesia, canto, dança e capoeira.

A roda de conversa foi conduzida e mediada pela professora Tatiana Ribeiro, onde foi pautada e discutida a inclusão 4.0: O impacto da tecnologia no mercado de trabalho para grupos minorizados.

O Sarau da Diversidade destacou-se por ser um momento de expressão artística e inclusão social, promovendo o respeito às diferentes manifestações culturais e artísticas.
Para a gerente do Senac Camaçari, foi um sucesso, refletindo o compromisso da Instituição com o incentivo à cultura e à diversidade. “É um evento que promove a escuta, o diálogo, aqui toda identidade é bem-vinda e respeitada. Falar de diversidade e inclusão para o Senac é mais que uma pauta, faz parte do nosso dia a dia, da nossa prática de inclusão. Estamos muito felizes, pois acreditamos que o mundo do trabalho foi feito para todas as pessoas”, ressaltou Delma Raquel.

Claudia Mascarenhas, gestora do CAEI(Centro de Apoio à Educação Inclusiva de Camaçari), reforçou a importância de ações como esta para fortalecer os laços comunitários e promover a inclusão através da arte. “Está aqui neste evento hoje, um evento da diversidade, onde podemos discutir, sobretudo aprender e conhecer mais uns aos outros é de suma importância, me sinto feliz e realizada por fazer parte, deste momento”, destacou.

Durante o sarau foram expostos 03 estandes (01 estande maker da UFBA,01 estande maker da Cidade do Saber e 01 estande do CAEI. O evento foi acessível para surdos com intérprete de libras, e houve também acessibilidade para cadeirantes e para cegos através de videntes voluntários.



“É um ambiente que favorece muito a mim, como aluno e pessoa autista. Uma pauta muito importante. A tecnologia é algo que requer muito a inclusão, por mais que seja algo inovador. Para mim uma satisfação imensa está fazendo parte e contribuição”, salientou Felipe Ferreira, estudante de mecatrônica, autista e já esteve na NASA.


Estudantes de escolas públicas de Camaçari, tiverem a oportunidade de ouvir diversos depoimentos sobre essa parte da população que normalmente não tem visibilidade dentro da sociedade, que merece ser ouvida, vista e sobretudo respeitada.













