No Brasil, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também lamentou o veto americano à resolução apresentada pelo Brasil no Conselho de Segurança da ONU sobre a guerra entre Israel e Hamas.
“Ficou clara uma divisão de opiniões. Mas acho que do nosso ponto de vista, da nossa presidência e como o governo brasileiro, fizemos todo o esforço possível para que se cessasse as hostilidades e que se parasse com os sacrifícios humanos. A nossa preocupação foi sempre humanitária nesse momento. Enfim, cada país terá tido a sua inspiração própria”, diz Mauro Vieira.
Em nota, o Itamaraty afirmou que “lamenta que, mais uma vez, o uso do veto tenha impedido o principal órgão para a manutenção da paz e da segurança internacional de agir diante da catastrófica crise humanitária”; que “o Brasil considera urgente que a comunidade internacional estabeleça um cessar-fogo e retome o processo de paz“; e que “o Brasil seguirá buscando construir acordos que aliviem a dramática situação humanitária e contribuam para a realização da solução de dois Estados, com um estado palestino economicamente viável, convivendo em paz e segurança com Israel, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas”.


