quinta-feira, 16 abr 2026

Município receberá nesta terça unidade de atendimento socioeducativo

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Será inaugurada na próxima terça (16), a Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case) Irmã Dulce no município de Camaçari. O local será um novo espaço do governo do Estado para a execução de medidas socioeducativas de internação e acolhimento provisório, para adolescentes aos quais se atribuem a autoria de atos infracionais.

A obra inaugurada pela Fundação da Criança e do Adolescente – Fundac, é fruto de uma parceria entre o Governo Federal e do Estado da Bahia, com um investimento superior a R$ 7,5 milhões. A unidade tem a capacidade para atender 72 adolescentes e contará com uma equipe multidisciplinar incluindo profissionais de diversas áreas como: artistas, psicólogos, pedagogos, socioeducadores, fisioterapeutas, odontólogos e enfermeiros.

Com a inauguração pretende-se reduzir o número de adolescentes internos nas unidades já existentes como a Case Salvador e Case CIA. Vale ressaltar, que o espaço não foi construído para ser uma unidade prisional, o local serve para oferecer aos adolescentes oportunidades e atividades destinadas para que ele seja reinserido na sociedade.

Case de Camaçari
Case de Camaçari

Para o diretor da Fundação da Criança e do Adolescente Antônio Rodrigues, “a unidade atende em sua plenitude o regulamento do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – SINASE. Nossa pauta de trabalho será baseada no respeito dos direitos humanos. A Case Irmã Dulce irá oferecer mais possibilidades para que os adolescentes voltem a sonhar e tenham outras perspectivas de crescimento como cidadão”. Afirmou o diretor geral da instituição.

De acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Social e de Combate à Pobreza, Paulo Cezar Lisboa, a unidade é um local moderno, com uma estrutura adequada para o atendimento socioeducativo dos jovens. “O governo do Estado teve o cuidado ao decorrer dos últimos anos, de qualificar o atendimento socioeducativo com a formação profissional e construindo novas unidades de atendimento. Existiu uma política pública de expansão desta rede, com o objetivo de aperfeiçoar o atendimento ao adolescente ao qual se atribui algum ato infracional”, avaliou o secretário.

Fonte: Ascom / Governo da Bahia

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