A morte da fisioterapeuta Larissa da Mata Silva, 30 anos, é investigada pela Polícia Civil de Mozarlândia, em Goiás. A jovem morreu no último domingo (2), depois de sofrer com uma dor intensa e inchaço na perna direita.
Larissa saiu de uma festa em que estava e deu entrada no hospital pouco antes da 1h com a perna inchada e relatando muita dor. Lá, ela não fez nenhum relato de agressão, mas tinha um joelho ralado, que contou ser por conta de uma queda de moto.
Inicialmente, os médicos suspeitaram que a fisioterapeuta tinha uma trombose venosa e começaram o tratamento, mas rapidamente Larissa passou a ter hematomas pelo corpo e sofreu piora. Ela foi então intubada, mas morreu. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou tromboembolismo pulmonar como a causa da morte, mas o laudo cadavérico ainda não está finalizado.
Larissa era também professora universitária e morava em Goiânia. “Nada que eu escreva aqui vai ser suficiente. Eu falei que te amava sempre, falei o quão você era forte e que estaria aqui por você. Perdi minha melhor amiga. Minha irmã”, escreveu uma amiga nas redes sociais.
Em nota, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 19ª Região (Crefito-19) lamentou a morte da profissional. “Sua trajetória e inovação na área contribuíram de forma significativa para a formação de novos profissionais, para a saúde e bem estar da população, e para a valorização da nossa categoria em Goiás”, diz o texto.
Com informações do Correio da Bahia

