A indústria farmacêutica já testa novas substâncias que têm como objetivo combater a perda de massa muscular associada ao envelhecimento e ao emagrecimento.
Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, há pelo menos 40 substâncias em desenvolvimento no mundo. Algumas das mais avançadas atuam sobre a miostatina e a activina, proteínas que funcionam como um “freio” natural para o crescimento muscular.
A expectativa é que, caso sejam aprovados nos Estados Unidos, alguns desses medicamentos possam chegar ao Brasil a partir de 2028 ou 2029.
Especialistas, no entanto, reforçam que essas novas terapias não substituem a atividade física. O exercício continua sendo fundamental para estimular, preservar e fortalecer a musculatura ao longo do envelhecimento.
A ciência avança, mas o movimento continua sendo indispensável para a saúde muscular.


