O ex-jogador de futebol Edilson “Capetinha” continua preso na Delegacia de Polícia Especializada da Polícia Civil do Distrito Federal até que pague a pensão de 430 mil. O valor é a soma de três anos, corrigidos, do benefício atrasado.
Segundo o advogado representante da mãe do filho de Edilson, Eduardo Gasparini, o mandato de prisão foi expedido para 30 dias e não prevê pagamento de fiança. “Ele pagando o valor devido, será libertado. Caso não pague a pensão em 30 dias, o prazo pode ser prorrogado por mais um mês”, disse. Até às 20h de hoje Edilson ainda se encontrava preso.
Ainda de acordo com Gasparini, o pagamento da dívida pode ser negociado. “O valor corresponde a pensão e juros e ele pode tentar um acordo para fazer o pagamento”, acrescentou.
Aprovada em 2010, valor da pensão alimentícia é de dez salários mínimos.
Fonte: Correio


