Decretos de fechamentos vem sendo adotados pelo mundo inteiro. Deliberar sobre as peculiaridades destes decretos e reconhecer atividades essenciais, é tarefa das prefeituras municipais.
Segundo o empresário Leonardo Pesil, das Óticas Diniz, parte destas decisões precisam partir da representatividade de cada parte da sociedade para que sensibilize o gestor público, diante de tantas demandas e pressão, para aquilo que pode até parecer óbvio, mas que jamais teria sido notado se não tivesse sido pontuado. “Minha principal tarefa no momento, é dar voz aos pacientes com problemas visuais das cidades de Camaçari, Lauro de Freitas e região”, ressalta.
A partir de negociações, por telefone, com secretários das duas cidades, o empresário argumenta, apresenta depoimento de centenas de pessoas, fatos, além da disposição de documentos que atestam a importância da inclusão do segmento Óptico como atividade essencial.
Cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba já adotaram a prática, assim como muitas outras por todo o Brasil.
(https://youtu.be/8Yb3QTnbwRg)
Em trechos do vídeo publicado no dia 7 de abril, em que já se dirigia às autoridades municipais, ele comenta: “estamos recebendo contatos de pessoas que compraram seus óculos e não conseguiram receber, está sendo difícil explicar a situação. Existe também uma grande parcela de pessoas com altíssima miopia, pessoas com total dificuldade para enxergar, que se deitaram sobre seus óculos, tiveram seus óculos avariados por seu filhos pequenos, por animais domésticos…”, argumenta.
Quem tem vivido essa realidade é a dona de casa Rosenira Campelo, que teve os óculos de grau danificado em um acidente doméstico. “Eu não consigo ficar sem óculos, por isso, estou usando os meus óculos de sol, que tem grau, dentro de casa e, também à noite, até que a atividade seja normalizada”, diz ela.
“O uso de óculos de grau é essencial e indispensável. É preciso se refletir sobre isso”, aponta Leonado Pesil.
Redação Nossa Metrópole


