A 83ª edição da revista Nossa Metrópole, mês de setembro, já está circulando. Esta edição é especial, pois é neste mês que comemoramos 257 anos da nossa cidade e festejamos 7 anos de mercado da revista Nossa Metrópole. E por falar em aniversário, uma reportagem sobre Camaçari, seu desenvolvimento e conquistas ao longo dos anos, o tornando o quarto município mais populoso da Bahia. Veja abaixo trechos da reportagem. A matéria na íntegra o leitor vai poder conferir na publicação que pode ser encontrada, gratuitamente, em muitos estabelecimentos comerciais da cidade.
257 anos de desenvolvimento: Camaçari é o quarto mais populoso município da Bahia
Por Fernanda Melo
Falar sobre Camaçari é sempre especial. São 257 anos de história, que vão desde a sua emancipação, em 28 de setembro de 1758, quando o município ainda tinha sede em Vila de Abrantes, até a atual Camaçari, que abriga o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul, o Polo Industrial. O complexo iniciou suas operações há 37 anos, inserindo o município no rol dos mais desenvolvidos economicamente no Estado. São mais de 90 empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade como indústria automotiva, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, fertilizantes, energia eólica, bebidas e serviços, o que gerou e continua gerando mais oportunidades de emprego e renda para o Nordeste.
Com a sua instalação, o resultado no decorrer dos anos não poderia ser outro: crescimento populacional, que tem se tornado cada vez mais acelerado, pelo menos, é o que aponta a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no fim de agosto. Segundo o levantamento, Camaçari é o quarto município da Bahia em número de habitantes. São 286.919, com data de referência em 1º de julho deste ano, uma Taxa de Crescimento Geométrico (TCG) de 1.95%, entre 2014-2015, maior taxa anual de crescimento da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Com as limitações de espaço na capital baiana e problemas de mobilidade, por exemplo, os municípios no entorno ganham preferência na escolha por moradia.
Na Bahia, Camaçari está atrás de Salvador, que tem 2,921 milhões de habitantes, concentrando 19,2% da população total do estado; de Feira de Santana (617,5 mil) e Vitória da Conquista (343,2 mil).
A jovem Tyandra Pereira da Silva chegou em Camaçari há cerca de oito anos. Natural de Feira de Santana, veio para o município pensando, inicialmente, apenas em estudar, mas acabou fixando residência. Com a cara e a coragem, chegou à cidade sozinha, com apenas 22 anos de idade, graduou em Ciências Contábeis no campus da Uneb, foi aprovada em concurso público do município e, hoje, se considera uma camaçariense de coração. “Camaçari, realmente, é a terra das oportunidades. O município abriu caminho para a minha vida profissional”, disse a analista de controladoria da Cidade do Saber.
A população cresce e, na mesma medida, a preocupação de como acomodar os imigrantes que escolhem a cidade para viver. Nascem, então, em Camaçari, empreendimentos de baixo, médio e alto portes para atender às necessidades de cada família. A exemplo dos imóveis do programa do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida. Milhares já foram implantados nos últimos anos no município e, até o fim deste ano, a prefeitura pretende entregar mais de 3 mil imóveis do programa. Os residenciais onde estão instaladas as residências possuem total infraestrutura, alguns deles com parque infantil, quiosque e campo de futebol society, além de centro comunitário, quadra poliesportiva, equipamentos de ginástica e lazer, creches, escolas, CRAS e USF (Unidade de Saúde da Família).
Os investimentos imobiliários não param por aí. Quem pode pagar um pouco mais por um imóvel também tem disponíveis empreendimentos de médio e alto padrões que, em breve, serão entregues na sede e orla do município.
Para acompanhar todo esse desenvolvimento econômico, advindo após a implantação do Polo, e esse crescimento populacional, é necessário que haja também incrementos em outras áreas, como saúde, educação e mobilidade urbana, por exemplo.


