quinta-feira, 30 abr 2026

Greve dos servidores de Camaçari pode terminar nesta sexta-feira (12)

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A greve dos servidores municipais de Camaçari, que já dura 25 dias, pode terminar nesta sexta-feira (12). Os trabalhadores vão se reunir, às 9h da manhã, na Câmara de Vereadores, para discutir as questões propostas pelo governo, apresentadas na última terça-feira (9), quando o poder público e representantes da categoria se reuniram, no gabinete do prefeito.

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Reunião entre o governo e representantes do sindicato
Os servidores se reuniram ontem, na Câmara de Vereadores e voltarão a se reunir nesta sexta-feira (12), para decidir se dão fim ou não à greve
Os servidores se reuniram ontem, na Câmara de Vereadores e voltarão a se reunir nesta sexta-feira (12), para decidir se dão fim ou não à greve

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Camaçari (Sindsec), Silval Cerqueira, as negociações quanto ao reajuste salarial não avançaram. Enquanto o sindicato reduziu as suas exigências de 15% para 10,61% de reajuste, o governo continua sustentando o valor de 6,41%. “O prefeito argumenta que não há possibilidade de oferecer mais”, disse Silval.

Entretanto, o governo garantiu 30% de periculosidade para vigilantes, porteiros e guardas municipais e 20% de insalubridade para as merendeiras. Com isso, cerca de 700 serão beneficiadas. Outros servidores também terão direito ao benefício, totalizando cerca de 1.500 servidores. A prefeitura ofereceu também reajuste nos vales alimentação.

Se as propostas forem aceitas pela categoria na assembleia, os trabalhadores devem retornar às atividades ainda nesta sexta-feira. Caso contrário, os benefícios oferecidos pelo governo não serão mantidos.

Além da população, a greve afeta mais de seis mil servidores públicos municipais, das áreas da saúde, educação, entre outras. Na educação, apenas os docentes não suspenderam suas atividades, já que eles fazem parte do Sispec (Sindicato dos Professores da Rede Pública de Camaçari). Os serviços essenciais de saúde, como as UPAs e socorristas do Samu, cemitério, atendimento hemodiálise, Defesa Civil, agentes de trânsito, tiveram o quadro de funcionários reduzido, em média, com 30% de profissionais atuando.

Fernanda Melo / Redação Nossa Metrópole

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