quarta-feira, 24 jun 2026

Mãe descobre leucemia após filha de 2 anos reclamar de dor nas pernas; família faz vaquinha para tratamento

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Era sexta-feira, 13 de junho deste ano, quando a pequena Helena, de 2 anos, acordou pálida e fraca, queixando-se de dores nas pernas para sua mãe, Thaynara Farias.

Thaynara tomou os primeiros cuidados em casa, mas percebeu que a filha não melhorava. Então, resolveu levá-la à emergência.
“Quando chegamos na emergência, ela fez exames de sangue e os médicos identificaram alterações muito elevadas. Eles explicaram que, em uma pessoa saudável, o nível de leucócitos é de cerca de 10 mil; em alguém com infecção, pode chegar a 18 mil, mas o da Helena estava em 75 mil”, relatou Thay Farias, mãe da pequena.

Diante do resultado, os médicos ficaram apreensivos e cuidadosos ao conversar com a mãe, que estava grávida de 9 meses. A médica informou à família, que mora no bairro Burissatuba, em Camaçari (BA), que Helena precisaria ser transferida para um hospital com especialista. A princípio, seria encaminhada para Feira de Santana.
“Decidimos tentar um hospital mais próximo e, graças a Deus, conseguimos o Hospital Jorge Valente, em Salvador. Lá, há os médicos necessários para minha filha. Assim que chegamos, repetiram os exames e Helena já ficou internada”, desabafou a mãe.

Normalmente, os exames demoram até cinco dias para ficarem prontos. E no dia 18/06/2025, veio a confirmação do diagnóstico: Helena estava com leucemia.

“Como mãe, eu não quis sair do lado da Helena por nada. Todo mundo ficou muito preocupado. Minha bebê acabou nascendo lá no hospital, no dia 25/06, e no dia 27/06 a Helena teve alta. Minha maior preocupação era voltar para casa e ela não vir comigo. Eu sentiria um vazio enorme, entraria em desespero. Mas, graças a Deus, ela teve alta”, contou emocionada.

Até o momento, Helena tem feito o tratamento com o auxílio do plano de saúde, o que tem ajudado a cobrir os exames. Porém, pensando nos custos futuros — já que a menina iniciará o tratamento intensivo no próximo mês, que exige idas diárias ao hospital — a família decidiu criar uma vaquinha.
“Hoje, ela vai para Salvador três vezes por semana. Temos gastos com combustível e remédios, por isso decidimos criar a vaquinha. Estamos com muita fé que Helena será curada”, declarou Thaynara.

Ela explica que a filha precisa ser internada com frequência:
“Sempre, sempre ela é internada novamente. Qualquer coisinha, temos que levar para internar ou fazer exames. Segunda mesmo, vamos precisar internar ela de novo, para repetir exames e fazer mais uma sessão de quimioterapia.”

📌 CHAVE PIX: 076.612.265-45
📍Nome: THAYNARA MARIA DE SOUSA FARIAS

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