Na tradição de Natal, os presentes são parte importante do clima de confraternização que recai sobre os baianos. Não à toa, todos os anos milhares de pessoas vão às ruas e aos shoppings em busca do mimo ideal para as pessoas queridas. Na lista de opções, roupas, calçados e brinquedos são os principais na intenção de compra, segundo pesquisa da TIM Ads, plataforma que faz levantamentos rápidos a partir da base de clientes da TIM.
A pesquisa da TIM aponta que roupas e calçados lideram a preferência para presentear no Natal com 26%, com destaque também para brinquedos (20%). A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio BA) também atesta o sucesso do setor de vestuário, que deve crescer 7% em relação ao mês de dezembro de 2023, segundo a entidade.
Para aqueles que vão em busca de roupas, calçados e brinquedos, mas não querem gastar muito, o conselho do educador financeiro e consultor econômico é pesquisar e definir o que deseja. “Ao saber o que quer, as pessoas não ficam perdidas em shoppings e sites, pegando o que tem pela frente, e acabam comprando de acordo com a própria realidade. Já ao pesquisar, as pessoas avaliam o preço daquilo que sabe o que quer e conseguem impor limites”, ressalta.
Aparelhos telefônicos, televisores e computadores também são destaques no Natal. A Fecomércio-BA projeta que o setor deve registrar uma alta de 9%. “Embora a taxa de juros básica da economia esteja subindo novamente, o crédito ainda está muito farto para as famílias, dada as melhores condições de renda e emprego, além de um risco menor da inadimplência. Esses produtos mais caros são, na sua grande maioria, comprados via crédito, através do parcelado no cartão ou nos carnês”, pontua o consultor econômico da Fecomércio BA, Guilherme Dietze.
Itens na linha de Cosméticos, Perfumes e Higiene Pessoal também são bastante procurados para presentes neste final de ano. A alta esperada para as farmácias e perfumarias é de 9%. As demais elevações em dezembro devem ser vistas em: materiais de construção (18%), veículos, motos e peças (13%), lojas móveis e decoração (7%) e outras atividades (7%).

