sexta-feira, 24 abr 2026

Vigilantes entram em greve e protestam por reajuste

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Um grupo de vigilantes protesta no bairro de Nazaré, em Salvador, na manhã desta quarta-feira (24). De acordo com o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância do Estado da Bahia (Sindivigilantes), a manifestação ocorre em decorrência da greve, deflagrada na última quinta-feira (18), que começou nesta quarta. A principal reivindicação da categoria é o reajuste salarial de 15%.

Os manifestantes fecharam a via na Joana Angélica, sentido Campo da Pólvora, e o trânsito está congestionado na região, conforme informações da Superintedência de Trânsito de Salvador (Transalvador).

De acordo com Jefferson Fernandes, secretário de Comunicação do sindicato, o grupo está em caminhada e segue pelas agências bancárias do Centro. “Estamos tirando os vigilantes dos bancos para que eles se juntem a nós”, disse. Conforme Jeferson, a categoria, que tem cerca de 32 mil vigilantes, passou por oito rodadas de negociação com o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), sendo as últimas quatro mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE).

“Tem 120 dias que o sindicato tenta negociar e não temos um acordo. Eles [os patrões] querem dar o reajuste de 1%. Nós reduzimos nosso pedido para 7% e ainda assim não houve acerto. Cumprimos todos os requisitos que a lei pede para a deflagração da greve e hoje estamos aqui, parando as atividades”, explicou Jefferson. Segundo ele, a categoria vai parar em diversas partes do estado, como Itaberaba, Itabuna, Bom Jesus da Lapa, Feira de Santanda e Eunápolis.

O G1 entrou em contato com Lauro Santana, presidente do Sindesp, mas até o momento não conseguiu retorno. No entanto, o órgão disponibilizou no site uma nota que informa que o Sindesp procurou “de todas as formas o entendimento com o Sindvigilantes, Sindmetropolitano e Sviitabuna, sem sucesso, devido a intransigência de seus representantes que se recusam a reconhecer a necessidade do vigilante executar horas extras, de forma voluntária”.

Fonte: G1

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